Aqui em São Paulo o tempo mudou mesmo e além da típica garoa, está fazendo bastante frio e me lembrei dos tempos em que em um dia desses minha avó optava por fazer uma bela canja com legumes (batata e cenoura), arroz, frango desfiago, coração de frango e ovos cozidos na sopa. Ficava muito boa acompanhada de azeite e de fatia de pão. Quando tinha vinho então, ótimo! Era festa. Senão suco de uva que ela mesma fazia cozinhando a fruta em um grande panelão (isso acabava também virando sagu de uva que eu tomava com leite frio... amo isso!!!)E ela não tem nada mesmo a ver com essas sopas de pacote vendidas em supermercado. Façam em casa para saber do que estou falando.... aliás nenhuma dessas sopas de pacotinho que a famosa chef de cozinha vai para a tv falar bem - só para ganhar mais dinheiro (desculpa a franqueza!) - se compara com uma boa sopa feito com carinho por nossas mães e avós.
Então zapeando na net achei no blog Miss Gourmet uma receita de canja com uma foto apetitosa! Valeu por me fazer recordar minha avó.... Aqueceu minha alma, com certeza!
200 g de arroz cru lavado e escorrido
sal a gosto
3 peitos de frango com osso e limpos
12 corações de frango limpos ou moelas picadas e limpas
2 cenouras médas em cubos
4 batatas médias em cubos
Cebolinha e salsinha picadas a gosto
3 litros de água
pimenta-do-reino a gosto
noz-moscada a gosto
Cozinhar o frango com o coração ou moela até amaciarem. Retirar e desfiar o frango. Reservar. Coe o caldo e leve novamente ao fogo com o arroz, sal, pimenta, noz-moscada, cenoura e batata. Quando o arroz e os legumes estiverem cozidos, salpicar com salsinha e cebolinha verde. Juntar o frango e o coração, misturar bem e provar o sal. Desligar o fogo. Deixar abafado por 5 minutos. Servir quente regado com um fio de azeite de qualidade e com fatias de pão. - Serve de 4 à 6 pessoas.


E sobre o filme... Remy sonha em se tornar um grande chef francês, mesmo contra os desejos de sua família e do óbvio problema de ser um rato em uma profissão totalmente inapropriada para roedores. Quando o destino o leva aos esgotos de Paris, Remy se vê na situação ideal, bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau. Apesar dos aparentes perigos de ser um inadequado visitante na cozinha de um fino restaurante francês, a paixão de Remy pela arte culinária não demora a colocar em marcha acelerada uma engraçadíssima e eletrizante invasão ao mundo da culinária parisiense. Imperdível! (








































