sábado, 30 de maio de 2009

Torta de Castanha do Pará

Massa: Triture bem 20g de castanha do Pará com 60g de açúcar de confeiteiro e com as pontas dos dedos junte essa mistura processada com 50g de manteiga integral sem sal, 150g de farinha de trigo, 1 ovo e sal. Faça uma bola da massa e deixe descansar por 30 minutos, embalada com filme plástico na geladeira.

Recheio: Triture 120g de castanha do Pará com 120g de açúcar refinado. Retire do processador e junte 120g de creme de leite fresco e 1 ovo.

Abra a massa com um rolo e forre o fundo de uma fôrma de aro removível.

Polvilhe a massa com 30g de queijo ½ cura ralado e despeje em cima o recheio. Polvilhe mais 30g de queijo ½ cura ralado e leve para assar em forno pré-aquecido à 160ºC por até 40 minutos. Assim que sair do forno, cubra a torta com goiabada derretida.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Feijoada



A feijoada dispensa apresentações, disso ninguém tem dúvidas, mas, o que ainda muitos não conseguem chegar a uma conclusão é quanto a sua origem.

Alguns acreditam que a feijoada é uma herança dos escravos. Na senzala, eles aproveitavam as sobras dos alimentos desprezados pelos senhores da casa-grande: os restos do porco. A comida dos escravos não era nada nutritiva, eles consumiam uma mistura rala de feijão com farinha e muito raramente tinha carne.

Outros acham que ela foi originária de receitas portuguesas, das regiões da Estremadura di Alto Douro e Trás-os-Montes, que misturam feijão com lingüiças, orelhas e pé de porco. Essas partes são muito apreciadas pelos europeus como é o caso da Dobradinha ensopada com feijão branco, prato português muito apreciado no Rio de Janeiro.

Para Câmara Cascudo a nossa feijoada deriva dos cozidos europeus: cozido português, o puchero e o cassoulet.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Jabuticaba

A jabuticaba é nativa da Mata Atlântica. É conhecida desde o período do descobrimento e encontrada de norte a sul, desde o Pará até o Rio Grande do Sul. A palavra "jabuticaba" é tupi e quer dizer "fruto em botão". É uma fruta 100% brasileira.

Árvore de até 8 metros de altura tem folhas vermelhas quando jovens e verdes posteriormente. Suas flores são alvas e surgem diretamente do caule. Floresce duas vezes ao ano: de julho a agosto e de novembro a dezembro.

A jabuticaba é utilizada para vários fins, tanto culinários, como medicinais. Entre estes é mencionada a decocção da casca, como remédio para a asma. Por sua semelhança à uva, muitos produtos, como o vinho, suco, geléia, licor e vinagre podem ser feitos com a jabuticaba.

A jabuticaba possui antocianinas, pigmentos presentes nas uvas escuras e, conseqüentemente, no vinho tinto, apontados como grandes benfeitores das artérias. Sua maior concentração está na casca e a sugestão é batê-la no preparo de sucos ou usá-la em geléias. As altas temperaturas não degradam suas substâncias benéficas. Delicada, a fruta se modifica assim que é arrancada da árvore, por ter muito açúcar, a fermentação acontece no mesmo dia da colheita. Guarde em saco plástico e na geladeira.

E é na polpa que encontramos ferro, fósforo, vitamina C e boas doses de niacina, uma vitamina do complexo B que facilita a digestão e ajuda a eliminar toxinas. Na casca escura há excelentes teores de pectina, fibra muito indicada para derrubar os níveis de colesterol.

GELÉIA DE JABUTICABA
Em um tacho de cobre estoure uma certa quantidade de jabuticaba e leve ao fogo sem deixar ferver. Coe em uma peneira de taquara ou plástico (esprema para melhor aproveitamento). Em seguida, para cada medida de suco, adicione uma mesma medida de açúcar. Leve ao fogo (no tacho de cobre) até o ponto de geleia e condicione me vidros bem esterilizados. Observação: para saber o ponto certo, faça o seguinte : coloque em um copo de vidro até a metade de álcool puro, em seguida coloque uma pequena quantidade da geleia. Se espalhar ou misturar-se ao álcool, ainda não está no ponto. Caso permanecer como uma bola consistente, está no ponto ideal.

VINHO DE JABUTICABA
Estoure as jabuticabas e coloque-as em uma vasilha de plástico tampando-a bem e deixando em descanso por cerca de 15 a 20 dias, mas antes de cobrir a vasilha, cubra a superfície do suco com açúcar. Após este tempo, coe todo o suco utilizando-se de um funil com algodão. Caso o teor de álcool (natural) esteja baixo, pode-se acrescentar a gosto, álcool de cereais a 40 graus. O líquido, no ponto certo, deve ser colocado em garrafas por cerca de 3 meses. Durante este período, sacudir um pouco as garrafas para saída do gás. Não sendo adotada esta medida, há o perigo de estourar a garrafa ou soltar a rolha, prejudicando a conservação do vinho que deve ter, na medida do possível, o teor alcoólico apenas da fruta.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Munguzá

500 g de milho para munguzá
1 lata de leite condensado
2 paus de canela
1 litro de leite
200 ml de leite de côco
1 colher (sopa) de manteiga
sal a gosto

Coloque o milho de molho de um dia para o outro, troque a água e ponha na panela de pressão juntamente com os paus de canela, de 30 a 40 minutos, resfrie e observe se o milho está macio. Se necessário, ponha no fogo mais alguns minutos. Quando o milho estiver macio, acrescente o leite condensado, o leite de coco, o sal e a manteiga. Misture bem e acrescente o leite fervente. Deixe ferver e desligue o fogo. Aguarde que esfrie um pouco e sirva salpicado de canela em pó. O caldo fica bem cremoso, mas, quando esfria, torna-se muito grosso; para reaquecer, será necessário colocar mais um pouco de leite. - Rendimento: 10 porções

terça-feira, 26 de maio de 2009

O crescimento da produção de aguardente

Devido a introdução da cana-de-açúcar, com a chegada dos alambiques e o conhecimento das técnicas de destilação surgiu a cachaça no Brasil.

Foi Martim Afonso de Souza, em 1534, quem construiu na Capitania de São Vicente, em São Paulo, o primeiro engenho para a produção da "aguardente de cana". Com o passar do tempo, a produção se estendeu para outros núcleos de povoamento e por isso a cachaça tornou-se o destilado mais popular do Brasil.

No Ceará, Em 1846, o português, Dario Telles de Menezes, deu início à produção da famosa Ypióca com o uso de um alambique de cerâmica.

Entre 1895 e 1924 teve início a comercialização da bebida em garrafas de vidro e tampas de cortiça. De 1924 à1970 fez-se o primeiro engarrafamento em litros, adotou-se o uso do conta-gotas, o revestimento das garrafas com palha de carnaúba e o envelhecimento em barricas de bálsamo. E em 1968 aconteceu a primeira exportação de aguardente de cana para a Alemanha.

Um atrativo para quem visita a primeira unidade fabril da Ypióca, em Maranguape, é o Museu da Cachaça que abriga um acervo de mapas, documentos, fotos, filmes, máquinas, garrafas, equipamentos agrícolas e tonéis de bálsamo, dentre outros, que se unem a recursos audiovisuais e cênicos de última geração.

Matéria na íntegra publicada na edição 188 (Junho/2008) da Revista Gula

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Proibido para grávidas

Todas as garrafas das bebidas Pernod Ricard chegarão ao mercado brasileiro com um selo de advertência ao consumo de álcool entre as grávidas. E o Brasil será o primeiro país da América Latina a receber o aviso nos rótulos. No caso das bebidas alcoólicas, um selo como este pode parecer meio óbvio, pois todo mundo sabe que grávidas não devem ingerir esses produtos mas, em outros alimentos o selo teria grande utilidade como aqueles que tem aspartame em sua composição, algo também não recomendável para as grávidas.

Mexido do Pará

- 200g de feijão verde ou de corda cozido na água e sal
- 150g de arroz cozido na água e sal
- 150g de jerimum em cubos cozido na água e sal
- 100g de queijo de coalho em cubos
- manteiga de garrafa o quanto baste
- 4 dentes de alho picados
- 1 cebola roxa grande
- 4 colheres de sopa de cachaça
- 600g de lombo suíno em cubinhos
- coentro
- sal
- pimenta dedo de moça

Numa panela coloque a manteiga, a cebola picada, a pimenta e o alho e deixe dourar. Em seguida frite o lombo suíno em cubinhos em fogo baixo. Ao final coloque a cachaça e deixe evaporar e reserve. Nesta mesma panela acrescente o feijão, o arroz, o jerimum e refogue bem. Acrescente o queijo de coalho (e se quiser mais um pouquinho de manteiga de garrafa) e misture bem rápido. Corrija o sal, junte o coentro e tampe a panela por uns cinco minutos.

domingo, 24 de maio de 2009

Pamonha

Pamonha é um quitute feito de milho típico da comida caipira. O milho verde é ralado e à massa resultante é misturado leite e sal ou açúcar. Esta massa é colocada em "recipientes" feitos com a própria casca do milho que também serve como tampa. As pamonhas são submetidas a cozimento e sua massa alcança uma consistência firme e macia. O nome "pamonha" vem da palavra tupi pa'muña, que significa "pegajoso". Piracicaba se tornou famosa por sua grande produção de pamonhas e pelo marketing das "pamonhas de Piracicaba" nos anos 60 e 70 quando a familia Rodrigues fabricava mais de 5.000 pamonhas diariamente para serem distribuidas por todo o estado de São Paulo.
12 espigas de milho verde amarelas
1 litro de leite
2 xícaras de chá de açúcar
2 colheres de sopa de manteiga derretida
1 colher de sobremesa rasa de canela em pó
1 pitada de sal

Corte o milho das espigas com uma faca, até aparecer o sabugo. Bata no liqüidificador, junto com o leite. Passe numa peneira e acrescente o açúcar, a manteiga derretida, a canela e a pitada de sal. Despeje o creme em um pirex médio ou num refratário e leve ao forno previamente aquecido, em banho-maria, a uma temperatura média, por aproximadamente uma hora ou até dourar.

sábado, 23 de maio de 2009

Tucupi

O tucupi é um líquido amarelo, extraído da raiz da mandioca-brava. Depois de ralada ela é espremida no tipiti (instrumento longo feito de taquara trançada ) para a obtenção a separação do líquido e de uma massa que é levada ao sol para secar. Essa goma é levada depois para o fogo para a obtenção da farinha grossa do beiju.
O preparo do tucupi guarda a forma artesanal cultivada pelos índios da região. Deve ser cozido demoradamente antes de ser consumido, pois cru é venenoso. Oferece sabor inconfundível aos pratos com ele preparado, como o tacacá, pato, leitão, peixe, camarão e alguns tipos de caça. É vendido geralmente com adição de pimenta-de-cheiro.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Bolo Souza Leão

"Há quase dois meses, no fim de maio, o bolo Souza Leão foi considerado patrimônio imaterial do estado de Pernambuco. Juntou-se assim ao bolo-de-rolo que já tinha esse título há algum tempo. São portanto receitas protegidas, conservadas e valorizadas por sua importância histórica, cultural e, claro, gastronômica.

O doce foi criado por uma família portuguesa que chegou à região para trabalhar com cana de açúcar. A fórmula permaneceu em segredo por muito tempo. Era a época dos grandes engenhos, da cultura de açúcar no Brasil... A senhora de engenho Rita de Cássia Souza Leão teria inventado a receita ao misturar ingredientes locais, como a mandioca e o leite de coco, ao jeito português de preparar sobremesas com ovos e muito açúcar. Hoje, existem diversas versões do bolo que foram sendo adaptadas a partir da original. Em um de seus livros, o sociólogo pernambucano Gilberto Freyre comenta que receitas como a do bolo-de-rolo e a do Souza Leão ficavam sempre escondidinhas atrás de uma cortina de ciúme das sinhás do engenho. O preparo era complexo e as sinhás consideravam as fórmulas tão valiosas quanto jóias de família. Foi aliás um livro de Gilberto Freyre, o clássico Açúcar – Uma Sociologia do Doce, que ajudou a popularizar o Souza Leão, com algumas receitas. A primeira edição da obra é de 1939. "
http://vejasaopaulo.abril.com.br
Pré-aqueça o forno a 220ºC. Unte uma fôrma de pudim com manteiga integral sem sal. Faça uma calda com 250g de açúcar refinado, 120ml de água fria, 1 pau de canela, cravos da índia, erva-doce em fio brando. Desligue o fogo, retire os aromatizantes e junte rápido 100g de manteiga integral sem sal e 1 pitada de sal. Misture bem e deixe esfriar. Misture 250g de massa puba com 4 gemas sendo acrescentadas uma a uma e 180ml de leite de coco. Amasse bem. Junte a calda fria e misture. Coe três vezes em peneira fina. Despeje na fôrma e leve ao forno em banho-maria por 50 minutos ou até dourar. Desenforme e sirva frio.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Lembrancinhas

Estou trabalhando agora com artesanato e lembrancinhas de aniversário, maternidade, batizado.... quem tiver interesse é só entrar em contato por e-mail.

Personalizamos os produtos de acordo com suas ideias e necessidades.

Usamos sempre produtos de qualidade e realizamos a entrega no local da festa.

Paçoca de Carne Seca

- 1 kg de carne seca
- 2 cebolas fatiadas
- 3 dentes de alho picados
- 1 kg de farinha de milho
- Banha para refogar

Dessalgue, de véspera, a carne seca, em diversas trocas de água. Aqueça a banha e refogue a cebola e o alho, até murcharem Acrescente a carne seca, até amaciar. Em um pilão, coloque a carne seca refogada e a farinha de milho e soque, até que fique tudo bem socado e misturado.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Maionese caseira

Para fazer 400 ml de Maionese

- 2 gemas de ovo
- 2 colheres de chá de vinagre de vinho branco ou 1 colher de chá de limão
- 1 colher de chá de Mostarda Dijon (opcional)
- 300 ml de azeite de oliva, ou outro óleo vegetal

Em uma tigela pequena, bata a gema do ovo até que esta engrosse um pouco. Adicione um pouco de sal, pimenta e mostarda. Es
te processo terá duração de apenas 1 minuto.

Adicione o azeite, derrame gota por gota, mexendo constantemente. Depois de adicionar 2 colheres de chá, adicione o azeite mais rápido até formar um fio. Adicione o restante dos ingredientes e prove. A maionese deve estar grossa e pastosa.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Azeite de oliva na mesa


Uma pesquisa nutricional realizada pelo Instituto de Metabolismo e Nutrição, em parceria com o Serviço de Nutrologia e Nutrição Clínica do Hospital do Coração, com 200 profissionais de saúde revela que o azeite de oliva é considerado o alimento funcional mais importante na opinião de 87% dos entrevistados, por reunir uma série de nutrientes que auxiliam na prevenção de doenças. Em seguida vem a soja com 79%, o chá verde 72%, ômega 3 com 71% e linhaça com 54%.

"Os alimentos funcionais têm despertado um interesse cada vez maior da comunidade científica, quanto mais informações tivermos sobre seus benefícios e aplicações melhor para os nossos pacientes", afirma Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração e também coordenador da pesquisa.

O interesse crescente pelo tema pode ser avaliado a partir do levantamento feito pelo portal www.nutricaoclinica.com.br. Dos 450 mil acessos registrados no último ano, 56% dos internautas estavam em busca de mais informações sobre os alimentos funcionais (que proporcionam benefícios à saúde), seja como prevenção ou tratamento de doenças. "Também entre os internautas, o azeite de oliva lidera as buscas com 75 mil acessos, seguido pela soja, iogurte, vinho e suco de uva sendo que, com relação ao azeite de oliva, as informações mais procuradas foram sobre a composição nutricional do azeite (45,5%), azeite na prevenção de doenças (35%), receitas com azeite (14,5%) e novidades em azeite e saúde (5%)", acrescenta Dr Magnoni.

A pesquisa e outros estudos científicos serão divulgados na íntegra durante o VI Congresso Paulista de Nutrição Clínica que acontecerá entre 5 e 7 de novembro no Centro de Convenções do Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo. O evento mostrará as novidades na área de terapia nutricional, além de palestras com renomados convidados nacionais e internacionais sobre gastronomia hospitalar, terapia nutricional nas doenças hepáticas, obesidade infantil, avaliação nutricional no paciente idoso, alimentação saudável na infância e adolescência, mitos e fatos na alergia alimentar, entre outros.

O Congresso contará com a participação internacional de uma das maiores especialistas em azeite de Portugal. Trata-se de Paula Lopes, engenheira química, membro do Painel de Provadores de Portugal (grupo que integra os principais especialistas das diferentes regiões oleícolas portuguesas) que fará uma apresentação inédita no país sobre como degustar e identificar os sabores, e os mais variados tipos de azeite, a importância sobre a acidez na qualidade do produto, mitos e verdades sobre cor, aroma, tipos de azeitona, entre outros. Após a aula, Paula comandará uma degustação na Trilha do Sabor, uma mesa elaborada especialmente para a ocasião com diversos tipos de azeites, em que os participantes vão identificar e saborear cada um deles.


Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O Rei Comilão

Dom João VI veio para o Brasil no dia 7 de março de 1808, junto com a corte, o que representou o início da formação de nossa nação. De acordo com C.J. Dunlop, no livro Rio Antigo, volume 3 (Editora Rio Antigo, Rio de Janeiro, 1960), ele era um rei comilão que devorava 6 frangos por dia sem usar talher, comendo os pedaços junto com fatias de pão torrado, sem manteiga. No final, limpava as mãos num guardanapo que, após sujar, jogava no chão.

Os galináceos sempre foram uma paixão dos Braganças cuja afeição já vinha de dom João IV (1608-1656), primeiro rei da dinastia, e alcançou o neto dom Pedro II (1825-1891), imperador do Brasil.

A predileção gastronômica de dom João e de seu clã provocou transtornos no Rio de Janeiro porque eles arrematavam todos os galináceos nos mercados e feiras, prejudicando o fornecimento ao povo.

Dom João porém também gostava de outros pratos com carnes bovina e suína, assim como os feitos com embutidos e caças de pena e pêlo. Luiz Edmundo, na obra A Corte de D. João no Rio de Janeiro, em três volumes (Imprensa Nacional, Rio de Janeiro, 1939), conta que ele também adorava arroz de chouriço.

A elaboração da comida real era coisa de homem porque os inúmeros utensílios em metal (caldeirões, panelões, tachos, potes, peneiras, alguidares, almofarizes, fôrmas para bolo, fumeiros, trempes, tripés, prateleiras e fogões a lenha), as enormes moringas de barro e pilões de exigiam braços musculosos em seu manuseio.

O "mestre dos cozinheiros" ou "das cozinhas", como se dizia na época, era Vicente Paulino que veio com a corte nas embarcações. Morrendo em 1813, sucedeu-lhe o igualmente português José da Cruz Alvarenga.

Dom João VI hesitou muito em voltar para Portugal porque gostava do e receava as viagens marítimas. Sem alternativa, embarcou de volta a 26 de abril de 1821. Alvarenga também não queria regressar então este aposentou-se da cozinha e continuou a viver no Rio de Janeiro.

Matéria na íntegra publicada na edição 188 (Junho/2008) da Revista Gula

domingo, 17 de maio de 2009

Bolo Trufado

Massa :
2 xícaras de chá de farinha de trigo (240g)
1 xícara de chá de chocolate em pó solúvel (90g)
1 colher de sopa de fermento em pó (15g)
4 ovos
1 xícara de chá de açúcar (160g)
1 xícara e meia de chá de leite quente (360ml)
Manteiga para untar
Farinha de trigo para polvilhar

Recheio e Cobertura :
1 tablete de cobertura chocolate com leite (500g)
100g de manteiga
1 lata de creme de leite (200g)
1 colher de sopa de essência de rum

Decoração:
Chocolate em pó solúvel para polvilhar
Chantilly
Cerejas
Raspas de chocolate

Massa: Em uma vasilha, peneire a farinha, o chocolate em pó e o fermento e reserve. Bata as claras em neve, junte as gemas e o açúcar aos poucos, sempre batendo. Adicione o leite quente e bata mais um pouco. Quando a massa estiver bem fofa, acrescente aos poucos a mistura de farinha, chocolate e fermento, misturando levemente sem bater, para que a massa não perca o ar encorporado.

Asse em fôrma redonda (24cm de diâmetro) untada e enfarinhada, em forno médio (180°C) por cerca de 30 minutos.

Corte o bolo ainda morno ao meio horizontalmente e reserve.

Recheio: Faça raspas de chocolate com 100g da cobertura e reserve. Pique o restante do chocolate e aqueça em banho-maria. Junte a manteiga e o creme de leite e misture, até formar uma massa homogênea. Acrescente o conhaque ou whisky, retire do fogo e deixe esfriar.

Montagem: Coloque metade do bolo em um prato e espalhe uma farta camada de recheio. Cubra com a outra metade do bolo e cuidadosamente, espalhe o creme de chocolate restante e decore com as raspas de chocolate. Polvilhe com o chocolate.

Dicas: Adicione as gemas e o açúcar na ordem e ao poucos para não desandar. Para que a massa fique com a consistência adequada, adicione primeiro as gemas, uma a uma, e depois o açúcar.

sábado, 16 de maio de 2009

Empadão (excelente) de frango

Massa:
- 1/2 kg de farinha de trigo
- 200 g de margarina
- 150 g de gordura vegetal
- 2 gemas
- 1 xícara (café) de água
- sal
- 1 gema para pincelar

Recheio:
- 2 peitos de frango cozidos e desfiados
- 1 cebola ralada
- 3 dentes de alho amassados
- 2 tomate pequenos sem pele e sem semente em cubos
- manteiga
- cheiro-verde picado
- 1 colher (sopa) de farinha de trigo
- 1/2 xícara (chá) de leite
- sal
- requeijão culinário

Massa : misture a farinha com as gorduras e faça uma farofa com as mãos. Acrescente as gemas e a água misturando mas, sem trabalhar muito a massa. Ela não fica homogênea, fica quebradiça. Deixe descansar por meia hora.
Refogue em um pouco de manteiga o alho e a cebola. Depois acrescente o frango desfiado e os tomates. Refogue mais um pouco. Acrescente a farinha dissolvida no leite, e mexa até ficar tudo ligado. Junte o cheiro-verde, e o sal. Deixe esfriar.
Montagem : abra metade da massa em uma fôrma - de preferência com fundo removível - nos fundos e nas laterais com as mãos abrindo o mais que puder. Recheie e distribua por cima lascas do catupiry. Abra a outra metade da massa com um rolo sobre um pedaço de filme plástico e disponha por cima do recheio fechando o empadão nas laterais. Pincele com uma gema e leve ao forno pré-aquecido até dourar bem.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Savarin de maria mole com calda de laranja

2 pacotes de maria mole sabor coco
1 lata de leite condensado
1 caixinha de creme de leite
1 xícara de chá de leite
Essência de baunilha

3 laranjas grandes
3 colheres de chá de amido de milho

Bata no liquidificador a maria mole com leite condensado, creme de leite, leite e essência de baunilha. Coloque em fôrma pequena de furo central untada com óleo de canola ou manteiga sem sal. Leve para a geladeira para firmar (em torno de 4 horas). Desenforme.

Leve ao fogo o suco coado das laranjas com o amido de milho e mexa até obter uma consistência leve de creme e despeje frio sobre o doce. Mantenha na geladeira até a hora de servir.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Torta de chocolate

1 pacote de biscoito doce
100g de margarina em temperatura ambiente

Triture os biscoitos e junte com a manteiga para formar uma farofa úmida, uma massa compacta. Coloque no fundo de uma fôrma redonda de aro removível de 24cm, apertando bem. Leve ao forno quente até dourar.

400g de chocolate ao leite
400g de creme de leite fresco em ponto de chantilly
1 lata de doce de leite

Derreta o chocolate em banho-maria e junte o chantilly e o doce de leite. Misture bem e coloque sobre a massa da torta já assada e fria. Espalhe bem e alise para que não fique com o recheio torto. Leve para gelar para firmar o recheio.

150g de chocolate ao lete
1/2 lata de creme de leite sem soro
Chantilly
Cerejas

Derreta o chocolate em banho-maria e junte o creme de leite sem soro. Misture bem e cubra a torta já fora do aro. Decore com chantilly e as cerejas. Mantenha na geladeira até a hora de servir.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Super Promoção de Apostilas!!!!!!

Somente até amanhã (14 de maio) às 22:00s você compra qualquer apostila da relação abaixo por apenas R$7,00 cada:

- Acompanhamentos
- Salgados

E quem optar pela compra do pacote com as cinco apostilas paga só R$30,00.

Pagamentos à vista por depósito bancário identificado. Solicite os dados por e-mail agora mesmo.

Torta de Carne Seca

Recheio:
4 colheres de sopa de óleo ou azeite
1 cebola grande picada
2 tomates picados
1/2kg de carne seca, dessalgada, cozida e desfiada
1 lata de milho
1/2 xícara de chá de azeitona verde picada

Refogar no azeite a cebola, juntar demais ingredientes. Refogar bem, misturar e reservar para esfriar antes de usar na receita.

Massa:
350g de farinha de trigo
150g de margarina a temperatura ambiente
1/2 xícara de chá de requeijão cremoso ou iogurte natural
3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
2 gemas misturadas
1 colher de chá de fermento em pó
Sal a gosto

1 gema para pincelar

Separar metade da farinha em uma tigela grande e abrir um buraco no centro. Juntar o queijo, sal, requeijão, gemas, margarina e fermento. Misturar bem e sovar a massa em superfície enfarinhada acrescentando o restante da farinha se necessário até obter uma massa homogênea e que se desprenda da mesa ou pia. (não é massa pobre) Não precisa deixar descansar para crescer. Abrir com rolo e forrar fundo e laterais de uma fôrma redonda média ou grande untada e enfarinhada (opcional devido a quantidade de margarina na massa). Não abrir muito grossa a massa porque ela cresce um pouco depois de assada. Rechear, tampar com restante da massa, pincelar com a gema e levar para assar em forno pré-aquecido a 180C entre 30 e 40 minutos.

Falso Pudim de Leite

5 ovos
10 collheres de açúcar
3 copos americanos de leite
12 bolachas de maizena

Para o caramelo:
1 copo americano de açúcar
1/3 copo de água

Bater todos os ingredientes no liquidificador e cozinhar em banho maria em forma caramelada por 40 minutos aproximadamente.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Arroz de carreteiro

3 xícaras de chá de arroz lavado
2 colheres de sopa de óleo
1kg de carne seca
2 dentes de alho amassados
1 cebola média picada
7 xícara de chá de água fervente

Coloque com antecedência a carne seca de molho, trocando a água por várias vezes. (Melhor deixar em geladeira, por 24 horas.) Cozinhe-a até que esteja macia, pique ou desfie. Refogue o alho e a cebola no óleo e junte a carne seca. Acrescente o arroz e frite bem, mexendo sempre. Adicione a água e baixe o fogo. Deve ser servido ainda úmido, por isso, prepare na hora de servir.

Tempo de Preparo : 50 minutos - Rendimento : 6 porções

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Vale dos Gourmets

O novo livro de receitas do Vale dos Gourmets - região serrana do estado do Rio de Janeiro famosa por sua gastronomia - traz agora uma novidade: além de 30 novas receitas, o leitor conhecerá alguns dos produtos locais, sua história na região e seus produtores. (para adquirir clique aqui)

domingo, 10 de maio de 2009

Creme de Tapioca com Cupuaçu

Ferva 250ml de leite com 1 pitada de sal e coloque 1 1/2 xícara de chá de tapioca para cozinhar em fogo baixo. Cozinhe por 10 minutos e deixe amornar. Bata no liquidificador 1/2 lata de leite condensado com 250g de cupuaçu (você encontra em forma de polpa congelada nos supermercados). Faça camadas de tapioca cozida e calda de cupuaçu em taças e leve à geladeira por pelo menos 3 horas.

sábado, 9 de maio de 2009

O Milho

O milho é um conhecido cereal cultivado em grande parte do mundo. É extensivamente utilizado como alimento humano ou ração animal, devido às suas qualidades nutricionais.

Todas as evidências científicas levam a crer que seja uma planta de origem americana, já que aí era cultivada desde o período pré-colombiano. É um dos alimentos mais nutritivos que existem.

Nos Estados Unidos, o uso do milho na alimentação humana direta é relativamente pequeno - embora haja grande produção de cereais matinais como flocos de cereais ou corn flakes e xarope de milho. No México o seu uso é muito importante, sendo a base da alimentação da população.

Matéria-prima brasileira para canjica, cuscuz, polenta, angu, mingaus, pamonhas, cremes, entre outros como bolos, pipoca ou simplesmente milho cozido. Na indústria pode ser usado como componente para a fabricação de balas, biscoitos, pães, chocolates, geléias, sorvetes e maionese.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Acarajé

- 1 kg de feijão fradinho quebrado
- 300 g de cebola
- 1 colher (chá) de gengibre picado
- 1 dente de alho
- 1 colher (sobremesa) de sal
- 1 litro de azeite de dendê para fritar

Numa bacia grande, coloque 1 kg de feijão fradinho quebrado elave várias vezes até sair toda a casca.Deixe de molho em água por 3 h.Num liquidificador, coloque o feijão (que ficou de molho emágua), 300 g de cebola, 1 colher (chá) de gengibre picado, 1dente de alho e 1 colher (sobremesa) de sal.Bata bem até formar uma pasta.Na hora de fritar, bata novamente com o auxílio de uma colher depau até ficar bem fofinha.Numa panela grande, em fogo alto, coloque 1 litro de azeite dedendê e deixe esquentar.Com o auxílio de uma colher de pau e uma de arroz, molde bolinhoscom a massa e frite-os no azeite de dendê.Coloque sobre papel absorvente.Corte os acarajés ao meio e recheie-os com vatapá, caruru,camarão seco, salada de tomate picadinho e molho de pimenta vermelha.

Acarajé, comida ritual da orixá Iansã. Na África, é chamado de àkàrà que significa bola de fogo, enquanto je possui o significado de comer. No Brasil foram reunidas as duas palavras numa só, acara-je, ou seja, “comer bola de fogo”. O acarajé, o principal atrativo no tabuleiro, é um bolinho característico do candomblé. Sua origem é explicada por um mito sobre a relação de Xangô com suas esposas, Oxum e Iansã. O bolinho se tornou, assim, uma oferenda a esses orixás. Mesmo ao ser vendido num contexto profano, o acarajé ainda é considerado, pelas baianas, como uma comida sagrada. Por isso, a sua receita, embora não seja secreta, não pode ser modificada e deve ser preparada apenas pelos filhos-de-santo.

:: Veja o Vídeo da Vanda Barreto ensinando o passo-a-passo

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Nossas heranças (parte III)

As duas regiões que mais exportaram negros para o Brasil foram Angola e Nova Guiné. Estes chegaram aqui logo após o descobrimento e vieram para trabalhar explorando a terra e também para resolver uma grave crise financeira em Portugal.

Ao desembarcarem os negros eram levados para os mercados para serem vendidos como mercadorias.

A primeira atividade econômica que os escravos negros se dedicaram foi a cultura da cana-de-açúcar. Foi só em 1532 que ela passou a ser oficialmente explorada por Martin Afonso de Souza , donatário da capitania de São Vicente.

Na carência de alimentos típicos de sua cultura, eles improvisavam. A mandioca era utilizada quando não tinha o inhame. Na falta das pimentas que utilizavam na África, aproveitavam o azeite-de-dendê, que já conheciam da sua terra. Do coco, originário da África, era usado o leite para muitas receitas nas senzalas e depois também nas cozinhas das casas grandes.

Foi através do candomblé que os negros acabaram influenciando a nossa culinária. Durante os rituais seus seguidores traziam oferendas aos santos de devoção. Com o passar do tempo os pratos típicos da chamada comida de preceito passaram a compor a culinária baiana. ("Comida de Santo" - MARIA HELENA FARELLI - Editora: Pallas – 2003)

A influência cultural africana se manifestou da Bahia ao Maranhão. Mas foi em Salvador que ela teve mais destaque porque esta foi a primeira cidade e um importante entreposto comercial da colônia em 1763. Tudo que simboliza a arte e cultura dos africanos que vieram para o Brasil na época da escravidão africana e durante o período de colonização, foi determinante para o desenvolvimento da nossa cozinha brasileira e consequentemente da própria gastronomia afro-brasileira.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

As ostras de Santa Catarina

Os ingredientes importados de várias partes do mundo sempre foram destacados por restaurantes e pela mídia. Muitos são degustados e pagos como se fossem jóias. Esse fascínio pelo o que vem de fora ainda continua. Porém o Brasil está produzindo iguarias que não deixam nada a dever para nenhum produto estrangeiro. E como exemplo de excelência em qualidade destacamos as ostras cultivadas em Santa Catarina. O estado dá origem a alguns dos melhores exemplares do mundo.

O cultivo de ostras na costa de Santa Catarina, maior região produtora do Brasil, cresce a cada ano. Ela já tem investimentos internacionais e até uma feira especializada, a Fenaostra, realizada em novembro.

O cultivo das ostras começou
em 1974. O crescimento da maricultura acontece em Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa, ao norte, e no Ribeirão da Ilha e áreas próximas, ao sul.

A Universidade Federal de Santa Catarina, juntamente com instituições francesas Lycée de la Mer et du Littoral e a École de La Rocheleé, são parceiras da prefeitura no intuito de oferecer suporte técnico-científico, através de seminários. Produtores, estudantes e técnicos tem a possibilidade de estagiar alguns meses na França e profissionais daquele país são trazidos para Santa Catarina para acompanhar de perto a produção.

Algumas características específicas são fundamenais para o desenvolvimento das ostras: temperatura, luminosidade, profundidade, ph, salinidade da água, tipos de vegetação e correntes marítimas.

Além de ser um investimento rentável e sustentável, a ostra é um alimento que possui quase zero de gordura. É rica em proteínas e vitaminas A, B e D, com alto teor de ferro, fósforo, cálcio, selênio e zinco.

terça-feira, 5 de maio de 2009

GOOP!

Gwyneth Paltrow, atriz americana agora tem um blog, o GOOP, que está bombando na internet. Dicas, segredinhos, histórias engraçadas e cotidianas, tudo sem aquelas chatices hollywoodianas que estamos cansados de ler nas revistas. Com textos intimistas, a famosa atriz comenta sobre os restaurantes mais badalados novaiorquinos que ela conheceu. Acesse http://www.goop.com

Culinária Materialista

Esse é um livro que procura restaurar o lugar da cozinha na sociedade: o espaço onde conformamos a natureza às suas modadlidades comestíveis. Sem cair na tentação do ultraculturalismo, toma a cultura num sentido amplo, incluindo a dimensão material e social (divisão do trabalho, técnica, tecnologia, etc.) que determina o que e como comemos. A importância desse enfoque é a retomada da discussão sobre os hábitos modernos do comer.

Editora: Senac
Autor: CARLOS ALBERTO DORIA
ISBN: 9788573597615
Origem: Nacional
Ano: 2008
Edição: 1
Número de páginas: 264
Acabamento: Brochura
Formato: Médio


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Macarrão Cremoso Recheado

2 pacotes de macarrão instantâneo
600 ml de leite temperado com o sachet da embalagem de macarrão
30 g de manteiga
30 g de farinha de trigo
sal a gosto
6 fatias de mussarela
6 rodelas de tomate temperado com sal e orégano
6 fatias de presunto

Abra 2 pacotes de macarrão instantâneo e separe o macarrão em 2 metades. Numa tigela coloque o leite temperado com o sachet da embalagem de macarrão. Coloque o macarrão de molho no leite temperado por +/- 10 minutos. Depois deste tempo separe o leite temperado do macarrão. Numa panela derreta a manteiga, acrescente a farinha de trigo e deixe dourar. Acrescente o leite temperado (reservado acima) e com a ajuda de um batedor de arame vá mexendo até engrossar e formar um creme branco. Acerte o sal. Reserve. Numa frigideira grande antiaderente, untada com um fio de azeite, coloque um pouco do molho branco (feito acima), coloque 2 metades do macarrão umedecidos (uma ao lado da outra), depois um pouco mais do molho branco. Em cada metade do macarrão coloque 2 fatias de mussarela, 3 fatias de tomate temperado, 2 fatias de presunto, um pouco de molho novamente, as outras duas metades do macarrão (cada uma em cima de um sanduíche) e mais um pouco de molho branco. Cubra com 2 fatias de mussarela e 2 fatias de presunto (em cada um). Tampe e deixe em fogo baixo por 10 minutos. Sirva a seguir. - Rendimento: 2 porções

Torta Crocante de Banana

- 6 bananas nanica grandes e maduras
- 1 xícara e 1/2 de chá de farinha de trigo
- 1/2 xícara de chá de açúcar
- 150 gramas de manteiga
- 1 colher chá canela
- 1 colher de chá de fermento

Junte os ingredientes secos e faça uma farofa com as mãos, juntando a manteiga sempre aos poucos. Dependendo da temperatura do dia, às vezes você usa mais ou menos manteiga. Se a massa ficar mais fria e úmida e se unir quando apertada, está perfeita. Coloque no fundo de uma fôrma redonda untada e enfarinhada de 23cm sem apertar. Faça uma camada com metade dessa farofa e por cima arrume as bananas inteiras de forma que não fique um buraco. Espalhe sem apertar o restante da farofa.

Cobertura:
- 2 ovos
- 1/2 xícara de chá de leite
- 2 colheres de sopa de açúcar
- 1 colher de chá de canela

Bata os ovos com o leite, ligeiramente. Misture açucar com canela à parte.

Por cima da torta coloque o leite, umedecendo bem s laterais para não ressecar durante o cozimento. Por cima espalhe o açucar com canela e leve para assar em forno médio pre-aquecido até dourar por aproximadamente 40 minutos. - Rendimento: 10 fatias

domingo, 3 de maio de 2009

Soufflé de Chuchu

5 chuchus médios
sal à gosto
1/2 xícara (chá) de leite
2 ovos (com as claras separadas)
3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 colher (sopa) de margarina
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 cebola pequena bem picadinha
salsinha a gosto cortada bem pequena
1 colher (chá) de fermento em pó
2 claras batidas em neve

Tire a casca e parte branca central do chuchu, e afervente com água e sal. Depois de cozidos, escorra bem a água e esprema no passador, ou passe pela peneira ou use um garfo fino. Coloque a margarina em uma panela e refogue a cebola, junte a farinha de trigo e refogue um pouco. Vá adicionando o leite aos poucos e mexendo sem parar até engrossar (fica tipo molho branco só que bem mais grosso). Retire do fogo e acrescente as gemas, mexa rápido pra não cozinhá-las. Depois acrescente o queijo ralado, a salsinha, fermento em pó e o chuchu amassado, reserve. Bata as claras em neve (em picos bem firmes) e misture ao creme reservado, mexendo delicadamente. Coloque a mistura em uma fôrma para suflê (redonda e alta) untada com manteiga e polvilhada com queijo ralado, e leve ao forno quente 200 graus até dourar.

sábado, 2 de maio de 2009

Torta cremosa de atum

2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de amido de milho
3 ovos
½ xícara (chá) de óleo
1 xícara (chá) de leite
½ xícara (chá) de queijo ralado
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (chá) de sal

Recheio:
2 latas de atum
2 tomates picados
1 cebola
2 colheres (sopa) de cebolinha verde
½ xícara (chá) de azeitonas verdes
Temperos a gosto

Cobertura:
1 lata de creme de leite sem soro
100g de mussarela ralada
100g de queijo parmesão ralado

Tempere o tomate e a cebola picados com azeite, orégano, sal e pimenta. Mexa. Junte as azeitonas o atum e a cebolinha verde. Misture e reserve.

No copo do liquidificador coloque o leite, óleo e ovos. Bata. Adicione o sal e o queijo ralado. Bata novamente e reserve. Na batedeira coloque o amido e a farinha peneirados, a mistura do liquidificador e o fermento. Bata. Espalhe parte da massa em uma assadeira retangular untada e polvilhada. Distribua o recheio e o restante da massa. Cubra com o creme de leite e os queijos mussarela e parmesão ralados. Leve ao forno pré-aquecido em 180°C por 15 a 20 minutos.

Pode substituir o recheio de atum por frango, bacalhau ou legumes.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Hoje é meu aniversário!! (e do Mirepoix tb!)

Primeiro de maio, meu aniversário... eba!!!

Adoro fazer niver e não escondo a idade não, viu! 35 anos com saúde e dois filhos... um com quase 3 e outra vindo por ai, daqui a pouquinho. Bom se contar com os cães, já sou mãe de quatro!!! Meu Deus!...

E hoje tem 1 ano que dei início a esse blog e fiquei tão viciada quanto ao Prato Feito, Meu trabalho tem uma forte ligação com o público virtual, desde 1999 quando o portal nasceu e ganho dinheiro dessa forma, além de conhecer novas pessoas, trocar experiências e receitas todos os dias com vocês... então, meu muito obrigado à todos que deicam um parte do seu tempo para ler meus posts, participar dos meus desafios.. valeu!
Mas vamos que "o tempo urge e a Sapucaí é grande".

E para comemorar esse aniversário duplo nada melhor do que um bolinho delicioso de puro chocolate, como eu gosto. Essa receita veio do Chocorango... hummmm!

1 xícara de margarina
1 e 3/4 de xícara de açúcar
4 ovos separados
2 xícaras de farinha de trigo
1 e 1/2 xícara de leite
1 colher (sopa) de raspas de limão
1 colher (sopa) de fermento em pó
50 g de côco ralado

Recheio :
1 e 1/2 lata de leite condensado
70 g de chocolate meio amargo
200 ml de creme de leite

Cobertura :
100 g de chocolate meio amargo
150 ml de creme de leite

Bata a margarina e o açúcar até ficar um creme claro e fofo. Junte as gemas uma a uma, batendo bem depois de cada adição. Adicione a farinha, alternando com o leite. Com uma espátula de silicone, misture à massa o côco e as raspas de limão. Bata as claras em neve até atingir picos moles, acrescente o fermento e bata até firmar. Junte à massa e misture delicadamente. Despeje em 2 formas de 24 cm untadas e asse em forno pré-aquecido a 180˚C por 30 minutos, ou até que enfiando um palito no centro este saia limpo.

Recheio : Leve ao fogo baixo o chocolate e o leite condensado. Mexa bem até que esteja desgrudando do fundo da panela. Desligue o fogo e misture o creme de leite.

Cobertura : Derreta o chocolate no microondas ou em banho-maria e misture o creme de leite.

Com uma faca grande de cortar pão divida o bolo em três partes. Recheie. Cubra o bolo com o ganache.

O bolo pode ser congelado mesmo depois de recheado, conservando seu sabor e textura. Se utilizar apenas uma forma e o bolo estiver com as bordas douradas e o centro cru, diminua a temperatura do forno. - Rende: 12 porções.