- 1 kg de feijão fradinho quebrado
- 300 g de cebola
- 1 colher (chá) de gengibre picado
- 1 dente de alho
- 1 colher (sobremesa) de sal
- 1 litro de azeite de dendê para fritar
Numa bacia grande, coloque 1 kg de feijão fradinho quebrado elave várias vezes até sair toda a casca.Deixe de molho em água por 3 h.Num liquidificador, coloque o feijão (que ficou de molho emágua), 300 g de cebola, 1 colher (chá) de gengibre picado, 1dente de alho e 1 colher (sobremesa) de sal.Bata bem até formar uma pasta.Na hora de fritar, bata novamente com o auxílio de uma colher depau até ficar bem fofinha.Numa panela grande, em fogo alto, coloque 1 litro de azeite dedendê e deixe esquentar.Com o auxílio de uma colher de pau e uma de arroz, molde bolinhoscom a massa e frite-os no azeite de dendê.Coloque sobre papel absorvente.Corte os acarajés ao meio e recheie-os com vatapá, caruru,camarão seco, salada de tomate picadinho e molho de pimenta vermelha.
Acarajé, comida ritual da orixá Iansã. Na África, é chamado de àkàrà que significa bola de fogo, enquanto je possui o significado de comer. No Brasil foram reunidas as duas palavras numa só, acara-je, ou seja, “comer bola de fogo”. O acarajé, o principal atrativo no tabuleiro, é um bolinho característico do candomblé. Sua origem é explicada por um mito sobre a relação de Xangô com suas esposas, Oxum e Iansã. O bolinho se tornou, assim, uma oferenda a esses orixás. Mesmo ao ser vendido num contexto profano, o acarajé ainda é considerado, pelas baianas, como uma comida sagrada. Por isso, a sua receita, embora não seja secreta, não pode ser modificada e deve ser preparada apenas pelos filhos-de-santo.
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